Quem somos

A TR Ambiental é uma consultoria que realiza estudos solicitados pelos Órgãos ambientais para prover o Licenciamento de empreendimentos.
A importância dos estudos exigidos pela legislação brasileira se dá devido a necessidade de equilibrar o desenvolvimento urbano ao bem estar humano, tendo como objetivo a preservação do meio ambiente.

Para atender com qualidade, a TR Ambiental conta com especialistas, mestres e doutores em estudos de flora e fauna, fornecendo deste modo, serviços com alta qualidade que proporcionam destaque nos órgãos ambientais.

Contamos com uma equipe de profissionais experientes que transmite segurança e tranquilidade. Onde nosso foco é prestar serviços com a agilidade que nossos clientes precisam.

Nossa Missão: Empreender com responsabilidade de garantir qualidade de vida hoje e as futuras gerações.

Vegetação

O inventário florestal é um estudo detalhado que identifica e quantifica o volume de madeira existente em um determinado fragmento florestal, com as medidas e densidades dos indivíduos arbóreos presentes a partir das variáveis de altura e diâmetro. O inventário é exigido pelos órgãos ambientais competentes, principalmente, para basear pedidos de supressão de vegetação.


O levantamento, cadastramento e identificação de árvores são realizados quando temos árvores isoladas ou fragmentos florestais e pretendemos diagnosticar as espécies que compõem esse local em acordo com as legislações ambientais vigentes.

A identificação botânica dos exemplares arbóreos contém: - Nome comum e nome científico;
- Origem - nativa ou exótica;
- Mensuração do diâmetro à altura do peito – DAP e altura do exemplar;
- Altura;
- M³ de madeira;
- Determinação do estado fitossanitário;
- Identificação dos exemplares constantes nas listas oficiais das espécies ameaçadas de extinção;
Elaboramos as Plantas de Situação Atual, onde identificamos a localização de cada espécie arbórea, a Planta de Situação Pretendida, onde demonstramos o manejo necessário das árvores e também a Planta de Compensação Ambiental, que apresenta o projeto das mudas que serão plantadas após a conclusão do empreendimento.

*O procedimento para corte de árvores isoladas está previsto na Decisão de Diretoria nº 287/2013/V/C/I
*RESOLUÇÃO SMA Nº 7, DE 18 DE JANEIRO DE 2017. Dispõe sobre os critérios e parâmetros para compensação ambiental de áreas objeto de pedido de autorização para supressão de vegetação nativa, corte de árvores isoladas e para intervenções em Áreas de Preservação Permanente no Estado de São Paulo
* RESOLUÇÃO SMA Nº 57, DE 05 DE JUNHO DE 2016 - Publica a segunda revisão da lista oficial das espécies da flora ameaçadas de extinção no Estado de São Paulo.
Os exemplares arbóreos são identificados através de uma pequena plaqueta numerada e amarrada através de um cordão elástico (não utilizamos pregos na fixação das placas para evitarmos dano ao exemplar que é passível de multa em função da Lei n 14.902/2009, no caso do município de São Paulo).



O Laudo de Caracterização da Vegetação é solicitado pelo órgão ambiental em caso de supressão de vegetação nativa e exótica, onde é feita a caracterização da fitofisionomia do local e do estágio sucessional de regeneração na propriedade ou área do empreendimento, conforme legislação vigente abaixo:
- Florestas Ombrófilas e Estacionais: Resolução SMA/IBAMA 01/94;
- Restinga: Resolução CONAMA 07/96 Resolução Conama 417/2009;
- Campos de Altitude: Resolução CONAMA 423/10;
- Cerrado: Resolução SMA 64/09.

O laudo de Caracterização da vegetação também é solicitado para corte de árvores isoladas, onde considera-se o conceito de indivíduo arbóreo nativo isolado, o que dispõe o § 2º do artigo 5º da Resolução SMA 07/17.

É feita a identificação da espécie arbórea contemplando o nome científico e popular, conforme Decisão de Diretoria 287/2013, indicação quando se trata de espécie arbórea ameaçada de extinção, conforme Resolução SMA 57/16 ou objeto de especial proteção, a altura do fuste, o diâmetro na altura do peito – DAP, o volume da madeira (m3 ), fotos das árvores solicitadas para corte, aerofotos ou imagens de satélite com indicação das árvores propostas para o corte; e a indicação das coordenadas geográficas de cada árvore nativa isolada solicitada para o corte.

Para intervenção em área de preservação permanente delimita-se as áreas de preservação previstas na Lei Federal 12.651/12 alterada pela Lei Federal 12.727/12 na propriedade ou área do empreendimento. Delimitação das áreas de preservação permanente previstas na legislação municipal, se houver e relatório fotográfico.


Fauna

O Laudo de Fauna compõe o Processo de Licenciamento Ambiental em casos de Intervenção em APP e quando a vegetação apresenta estágio médio de sucessão secundária e/ou de regeneração.

Os estudos relacionados à Fauna Silvestre têm como principal objetivo catalogar a diversidade de fauna e identificar as espécies ameaçadas de extinção nas áreas de influência de implantação dos empreendimentos.

Após o Laudo de Fauna se necessário elaboramos o Programa de Resgate da Fauna Silvestre e Plano de Manejo da Fauna Silvestre.

*DECISÃO DE DIRETORIA Nº 167/2015/C, de 13 de julho de 2015 - Estabelece “Procedimento para a Elaboração dos Laudos de Fauna Silvestre para Fins de Licenciamento Ambiental e/ou Autorização para Supressão de Vegetação Nativa”, e dá outras providências.


O Inventário Faunístico tem como objetivo identificar a diversidade de espécies animais em uma determinada localidade e em um determinado período.

Os estudos relacionados à Fauna Silvestre catalogam a diversidade de fauna e identificam as espécies ameaçadas de extinção nas áreas de influência de implantação dos empreendimentos.

*DECISÃO DE DIRETORIA Nº 167/2015/C, de 13 de julho de 2015 - Estabelece “Procedimento para a Elaboração dos Laudos de Fauna Silvestre para Fins de Licenciamento Ambiental e/ou Autorização para Supressão de Vegetação Nativa”, e dá outras providências.


O Monitoramento de Fauna acompanha as populações e comunidades faunísticas, visando identificar e documentar eventuais alterações nos parâmetros biológicos das populações e comunidades que possam estar relacionadas às perturbações causadas pela alteração de habitat como supressão de vegetação e a presença de maquinários durante a fase de implantação do empreendimento, propondo medidas mitigadoras a fim de minimizar os impactos ambientais.


Plantio

A TR AMBIENTAL CONSULTORIA & ENGENHARIA conta com equipes especializadas para o desenvolvimento das atividades de compensação citadas abaixo, inclusive o Plantio e Manutenção das mudas, conforme legislação vigente.

Documento oficial, firmado entre o infrator e os Órgãos Ambientais, para formalizar medidas a serem executadas visando à recuperação ambiental e/ou recomposição da vegetação nativa, bem como o estabelecimento de prazos para que tais medidas se concretizem. As áreas, objeto da recuperação, devem ser demarcadas em planta. Deve conter o valor da recuperação ambiental para fins de execução, em caso de descumprimento. Deve conter a ART do responsável técnico pelo projeto, quando este for necessário. Tem força de título executivo extrajudicial, podendo o acordo ser diretamente executado pelo Estado, sem a necessidade de ação de conhecimento para declarar a obrigação de realizá-lo.

*RESOLUÇÃO SMA Nº 32, DE 03 DE ABRIL DE 2014 - Estabelece as orientações, diretrizes e critérios sobre restauração ecológica no Estado de São Paulo, e dá providências correlatas.
*RESOLUÇÃO SMA Nº 7, DE 18 DE JANEIRO DE 2017 - Dispõe sobre os critérios e parâmetros para compensação ambiental de áreas objeto de pedido de autorização para supressão de vegetação nativa, corte de árvores isoladas e para intervenções em Áreas de Preservação Permanente no Estado de São Paulo



Consiste na execução das obrigações determinadas em um Termo de Ajusta de Conduta emitido pelo Órgão Ambientai, tais como: poda, remoção por corte ou transplante, plantio interno e externo, entrega de mudas em viveiros ou parques, etc.

O TAC é o meio alternativo de solução de conflitos que pode ser aplicado aos Direitos Coletivos e, portanto, ao Direito Ambiental, e tem por vantagens o desafogamento da máquina judiciária, a efetividade e celeridade na prevenção/reparação do meio ambiente.

Realizamos a consultoria no auxilio ao ajuste de condutas contrarias a lei, onde regularizamos de acordo com a legislação vigente.


A compensação ambiental e florestal constituem ferramentas integrantes do processo de licenciamento ambiental e funcionam como uma contrapartida paga pelo empreendedor por significativos impactos ambientais causados ao meio ambiente, por ocasião da implantação de um empreendimento, ou pela supressão de indivíduos arbóreos.

A Compensação pode se feita por meio de doação de mudas nativas a viveiros municipais, pagamentos ao banco de compensação ou recuperação de áreas degradas com projeto e recolhimento de ART do responsável técnico.

*RESOLUÇÃO SMA Nº 7, DE 18 DE JANEIRO DE 2017 - Dispõe sobre os critérios e parâmetros para compensação ambiental de áreas objeto de pedido de autorização para supressão de vegetação nativa, corte de árvores isoladas e para intervenções em Áreas de Preservação Permanente no Estado de São Paulo


O reflorestamento é uma atividade dedicada a recompor a cobertura florestal de uma determinada área. Este pode ser realizado com objetivos de recuperação do ecossistema original, através da plantação de espécies nativas ou exóticas, obedecendo-se às características ecológicas da área (reflorestamento ecológico), ou com objetivos comerciais, através da introdução de espécies de rápido crescimento e qualidade adequada, para abate e comercialização posterior (reflorestamento econômico).

Há também o reflorestamento de interesse social, quando se destina à produção de alimentos, energia ou material de construção para a população de baixa renda ou para a contenção de encosta.

*RESOLUÇÃO SMA Nº 32, DE 03 DE ABRIL DE 2014 - Estabelece as orientações, diretrizes e critérios sobre restauração ecológica no Estado de São Paulo, e dá providências correlatas.


Licenciamento Ambiental

O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), são necessários para atividades/empreendimentos causadores de grandes impactos ao meio ambiente. Por meio deles, são identificados e avaliados, de forma imparcial e técnica, os impactos ambientais que um projeto poderá causar, e as medidas mitigadoras que podem ser tomadas.

A RESOLUÇÃO CONAMA Nº 001/86 define que o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) é o conjunto de estudos realizados por especialistas de diversas áreas, com dados técnicos detalhados. O acesso a ele é restrito, em respeito ao sigilo industrial. No artigo 6° dessa resolução define que o EIA desenvolverá as seguintes atividades técnicas:
I - Diagnóstico ambiental da área de influência;
a) O meio físico, o meio biológico e o meio sócio-econômico;
II - Análise dos impactos ambientais do projeto e de suas alternativas.
III - Definição das medidas mitigadoras dos impactos negativos.
IV - Elaboração do programa de acompanhamento e monitoramento (os impactos positivos e negativos, indicando os fatores e parâmetros a serem considerados).

O relatório de impacto ambiental, RIMA,  embasado no EIA reflete as conclusões do estudo de impacto ambiental (EIA). O RIMA deve ser apresentado de forma objetiva e adequada a sua compreensão. As informações devem ser traduzidas em linguagem acessível, ilustradas por mapas, cartas, quadros, gráficos e demais técnicas de comunicação visual, de modo que se possam entender as vantagens e desvantagens do projeto, bem como todas as conseqüências ambientais de sua implementação. Dessa forma, o Relatório de Impacto Ambiental deverá conter os seguintes itens:
I - Os objetivos e justificativas do projeto;
II - A descrição do projeto e suas alternativas tecnológicas e locacionais, especificando para cada um deles, nas fases de construção e operação;
III - A síntese dos resultados dos estudos de diagnósticos ambiental da área de influência do projeto;
IV - A descrição dos prováveis impactos ambientais da implantação e operação da atividade;
V - A caracterização da qualidade ambiental futura da área de influência;
VI - A descrição do efeito esperado das medidas mitigadoras;
VII - O programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos;
VIII - Recomendação quanto à alternativa mais favorável;

A resolução CONAMA N.º 001/86, de 23 de Janeiro de 1986 define quais são as atividades sujeitas a elaboração do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA).


Desenvolvimento e acompanhamento de processo, para obter as Licenças ambientais solicitadas pelos órgãos ambientais como CETESB e IBAMA.

Existem três tipos de licenças ambientais necessárias para o funcionamento de um empreendimento:
-Licença Prévia (LP); Atesta a viabilidade ambiental de localização do empreendimento. Concedida na fase de planejamento, certifica, conforme o órgão ambiental, onde estão estabelecidas as condicionantes e requisitos básicos que deverão ser atendidos pelo empreendedor nas próximas fases da implantação.
-Licença de Instalação (LI); Concede ao empreendedor o direito de implantar o empreendimento conforme as especificações constantes dos planos, programas e projetos aprovados, inclusive as medidas de controle ambiental determinadas.
-Licença de Operação (LO); Autoriza o início das atividades do empreendimento após a verificação do cumprimento das exigências feitas nas licenças anteriores e das medidas de controle ambiental e condicionantes para a operação. 


Reserva Legal é a área localizada no interior de uma propriedade ou posse rural, delimitada nos termos do art. 12 da Lei Federal 12.651/2012 – Código Florestal , com a função de assegurar o uso econômico de modo sustentável dos recursos naturais do imóvel rural, auxiliar na conservação e na reabilitação dos processos ecológicos e promover a conservação da biodiversidade, bem como o abrigo e a proteção de fauna silvestre e da flora nativa. Atualmente o procedimento para regularização ambiental e instituição da Reserva Legal se dá por meio do Cadastro Ambiental Rural – CAR.

Dentre as modalidades de instituição de Reserva Legal tem-se a compensação ambiental através das Cotas de Reserva Ambiental, conforme o disposto no artº44 da supracitada Lei. Para realização da Compensação de Reserva Legal dispomos de área própria e de terceiros, em um banco de áreas com dados a respeito do bioma, área (hectares), valor, georreferenciamento, formulação de mapas, laudos e pareceres técnicos necessários para delimitar, caracterizar e averbar a reserva legal perante o órgão ambiental responsável.


O monitoramento ambiental de obras é essencial para assegurar que os impactos ambientais de construção dos projetos sejam efetivamente minimizados. Os Serviços de Supervisão e Monitoramento Ambiental de Obras envolvem a implementação de rigorosas rotinas de inspeção e procedimentos para o manejo de não-conformidades. A implementação desses serviços inicia-se com a produção de instruções ambientais detalhadas e/ou listas de verificação abrangendo todos os procedimentos construtivos de cada projeto, com posterior formulação dos relatórios de monitoramento.


O RAP é um relatório qualitativo realizado por equipe multidisciplinar que contém análises da viabilidade ambiental da implantação do empreendimento ou atividades consideradas efetiva ou potencialmente causadoras de degradação do meio ambiente, e tem como objetivo expor a situação futura do local, assim como os impactos ambientais propriamente ditos e as medidas necessárias à mitigação e compensação.
Esse relatório servirá de base para a análise do órgão ambiental na emissão de Licença Prévia (LP), ou eventual solicitação de EIA-RIMA, caso seja verificado potencial impactante significativo.


O EAS é realizado quando o impacto causado ao meio ambiente, por empreendimentos ou atividades diversas, é considerado muito pequeno e pouco significativo. O estudo é elaborado por uma equipe multidisciplinar e oferece elementos que serão utilizados na análise de viabilidade ambiental dos empreendimentos ou atividades consideradas potencial ou efetivamente causadoras de degradação do meio ambiente. Poderá ser solicitado o EIA-RIMA, conforme o resultado desse estudo.


O Estudo de Viabilidade Ambiental visa estabelecer e avaliar, objetivamente, todas as particularidades da(s) área(s) em que se deseja instalar a empresa ou empreendimento. O resultado deste estudo deve ser um resumo conclusivo e explicativo de modo que o empreendedor possa avaliar as melhores alternativas locacionais, além de fornecer diretrizes para o licenciamento ambiental e gestão futura do novo empreendimento. Documento Solicitado Pelos Órgãos Ambientais.


O EIV é um instrumento da política urbana que avalia a repercussão dos empreendimentos habitacionais, institucionais ou comerciais considerados de impacto urbanístico e ambiental, de acordo com o Plano Diretor.

A exigência de elaboração do EIV vem, portanto, ao encontro da necessidade de vincular ao projeto as justificativas, as compensações e as correções dos impactos gerados pelo empreendimento, tendo em vista o Certificado de Conclusão da Obra e o Alvará de Funcionamento que só serão emitidos mediante comprovação pelo Poder Público da efetiva conclusão das medidas definidas pelo EIV.

O Estatuto da Cidade, Lei Federal nº 10.257/2001, previu o EIV - Estudo de Impacto de Vizinhança, um novo instrumento de mediação entre os interesses privados dos empreendedores, que garante o direito à qualidade urbana de quem mora ou transita no entorno da obra.

Nos artigos 36 a 38 desta lei, determina-se que o estudo seja elaborado pelo empreendedor, sendo analisado e aprovado pelo poder público. De maneira geral, todos os municípios brasileiros têm introduzido a obrigatoriedade do EIV – Estudo de Impacto de Vizinhança em seus planos diretores.

Conforme o artigo 37, a análise dos impactos ambientais contemplada na elaboração do EIV deve abranger alguns aspectos, como:
- O adensamento populacional;
- Os equipamentos urbanos e comunitários;
- O uso e ocupação do solo;
- A valorização imobiliária;
- A geração de tráfego;
- A demanda por transporte público;
- A paisagem urbana;
- O patrimônio natural e cultural.

Por meio do estudo é possível controlar os efeitos do planejamento urbano e ambiental do empreendimento, propondo ações mitigadoras e compensatórias que minimizem os danos ambientais e descontroles urbanísticos. Logo, o EIV é considerado um instrumento significativo de análise e controle das questões de políticas públicas urbanas.

O objetivo do EIV é democratizar a tomada de decisão sobre os grandes empreendimentos das cidades, sugerindo adequações e melhorias no projeto.

Vantagens do EIV:
- Contribui para a aprovação do empreendimento;
- Estabelece condições ou contrapartidas para o funcionamento do empreendimento;
- Apresenta propostas de adequações necessárias para a defesa ambiental, viabilizando o empreendimento;
- Recomenda o direcionamento dos ajustes necessários na infraestrutura do entorno, a fim de melhorar ou minimizar os impactos gerados para a região urbana.

Quanto aos impactos ambientais gerados pelo empreendimento, considera-se:
- O impacto causado ao entorno;
- A destinação adequada dos efluentes sanitários;
- A redução do consumo de água potável;
- O equacionamento da poluição por águas pluviais;
- A impermeabilização do solo;
- A destinação correta dos resíduos sólidos gerados pelo empreendimento;
- A reserva de área verde quando for o caso;
- A solução para o sistema viário, dando condições de segurança e conforto para que os que percorrerem para o novo empreendimento;
- As adequações das áreas de carga e descarga.


O GRAPROHAB - Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo - tem por objetivo centralizar, agilizar e, sobretudo, organizar os procedimentos administrativos de licenciamento do Estado para implantação de empreendimentos de parcelamentos do solo para fins residenciais. Através do Decreto n.º 52.053, de 13 de agosto de 2007.
A TR Ambiental elabora todos os estudos referentes a pasta verde.

Anexo 19 – Laudo de Caracterização da Vegetação
Anexo 20 – Planta Urbanística Ambiental
Anexo 21 - Projeto de Revegetação e Implantação das Áreas Verdes
Anexo 22 - Projeto de Arborização dos Sistemas de Lazer e dos Passeios Públicos

- Laudo de Caracterização da Fauna Silvestre, no caso de necessidade de supressão de vegetação nativa em estágio médio de regeneração, nos domínios da mata atlântica ou em qualquer estágio nos domínios do cerrado;
- Licença Ambiental Prévia, nos casos sujeitos à Avaliação de Impacto Ambiental, bem como toda documentação que comprove o cumprimento das condicionantes e exigências estabelecidas no anexo da Licença.


Intervenção em APP

Estudos necessários para formular laudos e pareceres técnicos, para intervenções em áreas de preservação permanente (APP).
Área de Preservação Permanente é a área protegida nos termos dos artigos 4º, 5º e 6º da Lei Federal nº 12.651/12, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem estar das populações humanas.

Para atender ao trabalho de intervenção em APP, são necessários os seguintes estudos ambientais:
- Laudo de Caracterização de Vegetação: Estudo embasado em trabalhos de campo e legislação vigente com o objetivo de quantificar e identificar a vegetação existente na área e em seu entorno, sendo obrigatório para processos de Intervenção em Área de Preservação Permanente - APP e licenças ambientais. A partir da caracterização da vegetação serão apresentadas propostas de intervenção e mitigadoras; RESOLUÇÃO SMA Nº 7, DE 18 DE JANEIRO DE 2017 - Dispõe sobre os critérios e parâmetros para compensação ambiental de áreas objeto de pedido de autorização para supressão de vegetação nativa, corte de árvores isoladas e para intervenções em Áreas de Preservação Permanente no Estado de São Paulo. 
- Laudo de Fauna: Compõe o Processo de Licenciamento Ambiental em casos de Intervenção em APP e quando a vegetação apresenta-se em estágio médio de regeneração, conforme a RESOLUÇÃO SMA Nº 7, DE 18 DE JANEIRO DE 2017 Que Dispõe sobre os critérios e parâmetros para compensação ambiental de áreas objeto de pedido de autorização para supressão de vegetação nativa, corte de árvores isoladas e para intervenções em Áreas de Preservação Permanente no Estado de São Paulo.
Qualquer atividade que envolva a supressão de vegetação nativa depende de autorização, independente do tipo de vegetação e seu estágio de desenvolvimento (inicial, médio, avançado ou clímax). Até mesmo a retirada de vegetação do sub-bosque de floresta (bosqueamento), assim como a exploração florestal sob regime de manejo sustentável, para a retirada seletiva de exemplares comerciais, não podem ser realizadas sem o amparo dos órgão responsáveis.


Projetos Ambientais

Levantamento quantitativo da Biomassa existente no local elaborado com base no estudo da fitossociologia, considerando a biomassa como o peso da matéria viva presente numa dada área. O cálculo deste parâmetro pode ser aplicado a diferentes áreas, obtendo-se a biomassa de um charco até a de uma floresta tropical. Este processo de cálculo pode ainda, dentro da mesma área ser calculado de diferentes formas: biomassa total de todos espécimes presentes no meio, biomassa por espécie, biomassa por estrato arbóreo, entre outras metodologias.


Estudo que tem como objetivo identificar, gerenciar e divulgar as emissões e os impactos causados pelas operações do empreendimento.

É feito a quantificação de emissões de gases de efeito estufa (GEE), onde mapeamos e avaliamos as emissões de carbono das atividades de toda a cadeia produtiva.

As emissões quantificadas podem ser verificadas e comunicadas, conforme as diretrizes de sustentabilidade da empresa.

A gestão de emissões e estratégia de redução orienta a empresa em como aplicar seus recursos de forma a explorar oportunidades e reduzir riscos.

  • Mapeamento das emissões de GEE
  • Identificação de oportunidades e riscos;
  • Metas de redução de GEE;
  • Definição de indicadores de gestão.



A TR Ambiental, auxilia seus clientes na criação de RPPN, elaborando estudos quali-quantitativos da fauna e flora necessários para viabilizar a criação e o manejo das Reservas Particulares de Patrimônio Natural.


O QUE É UMA RPPN?

As Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN´s), são áreas destinadas a conservação da natureza em propriedades particulares. Foi criada em 1990, para legitimar as intenções conservacionistas de proprietários rurais. A Lei 9.985 de 2000 que aprovou o Sistema de Unidades de Conservação (SNUC), deu mais força as RPPN´s, tornado-as categoria de Unidade de Conservação.
Nas RPPN´s, o dono da terra continua sendo o proprietário, que passa a contar com o apoio do IBAMA, do Centro de Recursos Ambientais (CRA), da Diretoria de Desenvolvimento Florestal e de organizações não-governamentais (ONG´s), no planejamento do uso, manutenção e proteção dessas reservas.


QUAIS AS VANTAGENS EM SE TER UMA RPPN?

Quem cria uma RPPN tem isenção do ITR para a área declarada, pode encaminhar projetos, com o apoio de ONG´s, para o Fundo Nacional do Meio Ambiente, para financiar a manutenção da reserva e tem prioridade na concessão de créditos agrícolas. 
Outra vantagem é que, desta forma, a mata não poderá ser desapropriada para fins sociais, uma vez que já cumpre seu papel social com a proteção ambiental.
A criação de uma RPPN é vontade livre e exclusiva dos proprietários. 


O QUE PODE SER FEITO EM UMA RPPN?

De acordo com a nova lei do SNUC, neste tipo de reserva, se o proprietário quiser e dependendo das características da área, poderá realizar pesquisas científicas, educação ambiental e ecoturismo, com apoio do IBAMA, empresas, prefeituras e ONG.


Assessoria para projetos que integram o meio ambiente, lavoura e agropecuária em um conjunto produtivo que trás renda ao proprietário e benefícios ao meio ambiente.

Sistemas agroflorestais são projetos elaborados para unir a preservação do meio ambiente junto à produção agrícola, adotando ferramentas de cultivo e produção agrícola sustentável, já que não permite monoculturas, pesticidas, transgenia e garante o trabalho sustentável dos produtores rurais agroflorestais.

Consiste na elaboração, implantação e manutenção de ecossistemas produtivos que mantenham a diversidade, a resistência, e a estabilidade dos ecossistemas naturais, promovendo energia, moradia e alimentação humana de forma harmoniosa com o ambiente.


Desenvolvimento de projetos de acordo com a necessidade de cada empresa ou empreendimento.

- Programa de Educação para a Sustentabilidade;
- Integração de Sustentabilidade na Cultura Organizacional;
- Implementação de Indicadores de Sustentabilidade;
- Desenvolvimento de Comitê de Sustentabilidade;
- Implantação de projetos de reciclagem;
- Analise de fornecedores;
- Desenvolvimento estratégico de ações socioambientais;
- Projetos de redução de emissão de CO2;
- Projetos de RH Sustentável;


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